FNE mantém GREVE – dia 21 de junho

A FNE decidiu manter a GREVE de 21 de junho, uma vez que as respostas dadas pela tutela são manifestamente insuficientes.

Após horas de negociação, o Ministério da Educação manteve-se intransigente continuando a não garantir aspetos que consideramos essenciais para a existência de um princípio de acordo, como o descongelamento das carreiras a partir de janeiro de 2018, a organização do tempo de trabalho docente, a consideração de um regime especial de aposentação e medidas que combatam efetivamente a precariedade.

Assim, a GREVE mantêm-se, sendo que devem ser assegurados os seguintes serviços mínimos:

a) Receção e guarda dos enunciados das provas de aferição e dos exames nacionais em condições de segurança e confidencialidade – um docente;

b) Vigilância da realização dos exames nacionais – dois docentes (vigilantes) por sala;

c) Vigilância das provas de aferição – um docente vigilante por sala

d) Cumprimento das tarefas do professor coadjuvante – um docente por disciplina, e

e) Cumprimento do serviço de secretariado de exames, pelo número de docentes estritamente necessário.

Os docentes que sejam convocados como efetivos para a concretização destes serviços mínimos deverão cumpri-los.

Os docentes que não forem chamados para assegurar os serviços mínimos, incluindo os docentes  convocados como suplentes,  têm o direito a fazer greve a todo o serviço que lhe for distribuído nesse dia.

A determinação de serviços mínimos no dia da greve não diminui as razões da enorme insatisfação dos docentes.

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